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A Geopolítica do Estreito de Ormuz

A Geopolítica do Estreito de Ormuz

Por Lorena Parra

A Garganta do Mar da Pérsia

O Estreito de Ormuz se localiza entre o Irã, Emirados Árabes Unidos e Omã, marcando a saída do Golfo Pérsico e a entrada no Golfo de Omã para o mar aberto. Em seu trecho mais estreito são apenas 33km de comprimento que se dividem em duas passagens, ida e volta, e uma zona de segurança ao meio, tornando-o um funil de difícil margem para manobra.

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Mapa da região com enfoque no estreito – Fonte: CIA.

A região é montanhosa, de paisagem árida com minas de sal e enxofre, e vasta presença de bases militares internacionais, as quais coordenam a passagem dos mais diversos produtos que conectam o mundo, sobretudo petróleo e gás natural. Em condições de normalidade, 20 a 30% do petróleo global passa pelo estreito, o que o torna uma localidade extremamente estratégica. 

Hoje, há baixa densidade demográfica na região pela inospitalidade de seu solo, sem fontes naturais de água potável e intensas tempestades de areia. Mas, num passado remoto, Ormuz já foi considerada muito rica:

“A cidade em si é muito magnífica em seus edifícios e próspera no comércio, pois é uma escala onde chegam todas as mercadorias orientais e ocidentais […] dessa forma, embora a ilha não produza nada por si mesma, por meio do comércio possui todas as coisas estimadas do mundo” – disse João de Barros, grande historiador português do século XVI.

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Imagem de satélite do estreito – Fonte: Gallo Images/Copernicus Sentinel 2017/Orbital Horizon.

Rotas das Especiarias

As grandes viagens em busca das melhores especiarias passavam pelo estreito de Ormuz desde o século XIV, colecionando grandes portos ao longo da travessia do Golfo Pérsico e atraindo potências imperiais da época como Portugal. Ali havia comércio de pérolas vindas de Bahrein, de cavalos para fins militares, produtos vindos da China, Índia e Mediterrâneo, tapeçarias árabes, para além de ser uma localização importante para o reabastecimento e descanso de navios. Ormuz também era passagem das ricas relações intra-asiáticas, conectando Índia à Mesopotâmia à Pérsia e às ilhas do Pacífico.

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Desenho do antigo reino – Fonte: Universal History Archive.

O potencial regional era tanto que os portugueses rapidamente se organizaram para empoderarem-se de Ormuz e a dinâmica rede comercial dali. Foi o conquistador Afonso de Albuquerque, sob o mando do Rei Manuel I, que tomou o reino e transformou o rei local em vassalo da coroa portuguesa no século XVI. O plano era deter o controle de uma estrutura já consolidada de ricos comércios entre Oriente e Ocidente e minar aos poucos a influência e poderio dos islâmicos em rotas estratégicas – soa familiar? -; para eles Ormuz seria o terceiro pilar do domínio português na Ásia depois de Malaca e Goa. Segundo relatos históricos, os lusos foram responsáveis pela construção da fortaleza na ilha, forma de assegurar sua presença, e que foi bastante utilizada já que o reino tinha virado alvo de ataques dos Otomanos e Persas ao longo do tempo.

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Forte N. Sra. da Conceição em Ormuz, construído pelos portugueses em 1515 – Fonte: Matyas Rehak.

Foi durante a União Ibérica que a tutela portuguesa na ilha se enfraqueceu e, depois de combates e bloqueios, a força lusa se rendeu ao exército persa e foi expulsa de Ormuz, assim encerrando seu domínio no golfo pérsico.

Persas Tomam Posse

Ao longo dos séculos XIX e XX os estados nacionais foram se delineando e, a partir desse movimento, surgiram os conflitos pela delimitação de fronteiras terrestres e marítimas. Foi em 1959 que o Irã decidiu por expandir seu mar territorial em 22 quilômetros, avançando pelo Golfo Pérsico e se apossando da ilha de Ormuz. Nesse momento o país impôs que apenas aceitaria a passagem “inocente” pelo estreito, ou seja, aquelas de viagem contínua e rápida, sem abertura para manobras militares, pesquisas e levantamentos geológicos, nem busca por informações sensíveis na região, reforçando o movimento pró-soberania dos países do Oriente Médio. 

Ainda hoje existem disputas entre os países locais por mais poder e redesenho de fronteiras, como na reivindicação das ilhas Abu Musa, Tunb Maior e Tunb Menor pelos Emirados Árabes Unidos, as quais atualmente são pertencentes ao Irã.

Mas voltando ao passado, a década de 70 foi inesquecível para o estreito de Ormuz. Com o acirramento de conflitos regionais, a guerra do Yom Kippur é um exemplo, e os choques de petróleo em 1973 – devido à redução da oferta de países árabes/muçulmanos com a finalidade de aumentar os preços – e em 79 – devido às turbulências causadas pela Revolução Iraniana com a implementação de um Estado teocrático -, ficou bastante claro para os países ocidentais que Ormuz seria um ponto extremamente sensível e indispensável para o funcionamento do globo, e que seu controle deveria ser uma pauta cada vez mais presente nas relações internacionais.

Nessas duas ocasiões o estreito não foi fechado pelo Irã, nem durante outros momentos tensos da história como na guerra entre Irã e Iraque (1981-1988), a qual ficou conhecida como a “guerra dos petroleiros” já que se resumiu em trocas de ataques explosivos nos navios petroleiros de cada país com o objetivo de estrangular o adversário economicamente (ademais de disputas territoriais, como toda guerra, e desejo por hegemonia na região). Em meio à Guerra Fria e sob ameaças de paralisação da passagem de navios, os EUA decidiram intervir e passaram a escoltar embarcações próprias e de outras nações, principalmente aquelas que vinham do Kuwait, que ocasionalmente eram atingidas mesmo sem estarem participando ativamente no conflito.

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Navio grego após ser atingido na costa de Dubai, 1987 – Fonte: AFP/Getty Images.

Os Estados Unidos se meteram em uma furada na época, com diversas baixas para sua marinha e pouco resultado real de influência. O que ficou estabelecido a partir de então seria a constante ameaça de fechamento da passagem em momentos de crise iraniana. Esses foram os momentos mais marcantes da história do pequeno estreito até agora.

Ademais de sua qualidade estratégica no âmbito geográfico e econômico ao longo dos séculos, Ormuz também é muito relevante para a política local e internacional, especialmente se tratando do gargalo – ou chokepoint – que causa no equilíbrio energético global e na estabilidade de rotas comerciais, obrigando países a se reorganizar internamente para suprir com a falta de petróleo ou gás, lidar com a interrupção nas cadeias produtivas e a crescente necessidade de investimentos em marinhas eficientes e tecnologias com menor dependência dos hidrocarbonetos.

“Plut Plat Zum, Não Vai a Lugar Nenhum!”

No começo de abril de 2026, o Irã implementou um bloqueio naval para o fechamento do estreito de Ormuz. A imposição militar se dá pela ameaça, ou concretização – a depender do caso -, do ataque indiscriminado à embarcações que navegarem sem autorização prévia do Irã, ou seja, ataques não somente a navios que operem em cunho militar mas também os comerciais. Nesse momento, apenas aliados de Teerã puderam atravessar o estreito sem muitos problemas, como China, Índia, Turquia e Paquistão – esse último tem ganhado bastante protagonismo como mediador internacional nos últimos meses. 

Tal ataque pode acontecer via drones, mísseis costeiros e submarinos, lanchas rápidas de propriedade do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, e aeronaves de reconhecimento. Para além dos ataques direcionados, há o medo de ser pego por minas subaquáticas que o Irã vem implantando no canal há décadas. Todos os exemplos descritos são meios que o país detém para forçar negociações diplomáticas através da paralisação dos tráfegos na região. Tal cenário tensiona as relações na comunidade internacional politicamente e economicamente, e eleva drasticamente os custos de segurança e transporte.

As minas inclusive são o grande empecilho para que os EUA tomem controle do estreito, já que seria um movimento extremamente incerto, perigoso e demorado, dado que missões de patrulhamento são sabotadas, e portanto, se desconhece o real número de tais dispositivos alojados ao longo da travessia.

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Esquema dos tipos de minas utilizadas pelo Irã no estreito de Ormuz – Fonte: O Globo.

Em abril de 2026, fala-se do “pedágio” imposto por Teerã aos navios que escolherem passar por Ormuz, como parte do acordo de cessar-fogo assinado com os Estados Unidos, e o planejado é a divisão da arrecadação com seu parceiro local, o Omã. O valor especulado é de 2 milhões de dólares por embarcação, ou 1U$ por barril de petróleo, para cruzar o bloqueio naval iraniano com segurança; segundo fontes governamentais do Irã, o país também aceitaria pagamento em criptomoedas, uma medida que tenta contornar as sanções do Ocidente. O país ainda indicou a nova rota para a passagem dos pagantes, mais próximo da costa iraniana, em favor da rota usual que passa pela costa omani, deixando avisado da “possibilidade” de existência de novas minas antinavios no trajeto tradicional. 

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Lancha iraniana no bloqueio em Ormuz – Fonte: Gettyimages.ru/Morteza Nikoubazl/NurPhoto.

Entretanto, a cobrança de pedágio é uma clara violação do Direito Internacional que diz, sob as diretrizes do Direito do Mar redigido em comissão da ONU em 1982 (UNCLOS), ser proibida a taxação de navios em águas internacionais (como estreitos) e mares territoriais, salvo quando algum serviço é prestado, pois isso remeteria à uma ação de milícias e não seria compatível com um país respeitado na comunidade internacional. 


As ameaças de fechamento nos séculos XX e XXI

Outros quase bloqueios já aconteceram durante a história, os quais nada mais são do que a instrumentalização do estreito como resposta às pressões externas, como sanções econômicas ou ameaças militares diretas, especialmente se advindas dos EUA. Especialistas afirmam que o estreito não precisaria necessariamente estar fechado para parar de funcionar, apenas que o risco e o custo fossem altos o suficiente.

Como já mencionado anteriormente, nas décadas de 70 e 80 os conflitos regionais foram os principais estopins para as ameaças de fechamento de Ormuz. Apesar de não ter acontecido efetivamente, as tensões eram tão exacerbadas que o mundo entrava em pane: grandes crises de produção, inflação extrapolada, medo de uma grande guerra ocorrer novamente. Nesse momento, em 1988, é relevante citar que o grupo armado Al-Qaeda estava se articulando também no Golfo Pérsico, trazendo mais um elemento combustivo para as relações intra países árabes e entre estes e os Estados Unidos.

Os anos 1990 foram de relativa paz no estreito de Ormuz, ainda que fosse considerado uma potencial zona de guerra marítima. Já a virada de século chegou com novos conflitos e a necessidade do Irã em se reafirmar e seu poder como passíveis de criação de choques estratégicos contra os países ocidentais. Entre 2011 e 2012, o Irã ameaçou o fechamento da passagem em resposta às sanções impostas por EUA e UE devido ao seu projeto de pesquisa nuclear; nessa época o Irã fez testes com mísseis perto do estreito, como demonstração de poder. Em 2018, com a saída estadunidense do acordo de Não Proliferação de Armas Nucleares, as sanções retomaram e, com elas, as tensões no estreito. 

A partir de 2019, as ameaças de bloqueio começaram a tomar forma através de pequenos ataques aqui e ali com drones e minas, todos devidamente negados pelo Irã. Há acusações de que navios estadunidenses foram bombardeados e outros estrangeiros que foram apreendidos pela Guarda Revolucionária Iraniana.

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Imagem “ilustrativa” de como funciona uma mina aquática; explosão assistida ocorreu em 2014 – Fonte: David Krigbaum/US Navy.

Centro do Equilíbrio Energético Global: Consequências na Perturbação de seu Funcionamento

Desde a implementação do bloqueio militar em Ormuz, houve uma alta nos preços dos barris de petróleo e commodities relacionadas e, junto a isso, o aumento de estoques ou maior utilização das reservas particulares de cada país. Um setor particularmente afetado e que atinge a produção no Brasil é o de fertilizantes: fosfatados, enxofre, ureia, nitrogênio, amônia, todos parados no bloqueio.

Alguns especialistas falam de recessão mundial, visto que o petróleo é um dos componentes industriais mais importantes e presente em quase todas as cadeias de produção, logo todos os setores sentiriam esse baque; e outros acalmam o mercado com a previsão de “ondas de ajuste” nas bolsas de valores. 

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Gráfico do fluxo no estreito de Ormuz – Fonte: Omar Kamal, Maria Cecilia Rezende/AFP.

Também considera-se o aumento do congestionamento logístico internacional e a probabilidade de um movimento de mudança nas cadeias produtivas e transporte ao redor do mundo favorecendo aliados políticos em detrimento de um fortalecimento do multilateralismo. Já conseguimos perceber indícios de tal movimento com a busca por rotas alternativas à Ormuz, por exemplo, e grande aposta, os oleodutos da Arábia Saudita – chamado de Petroline, corta o país de Leste-Oeste e desemboca no Mar Vermelho – e Emirados Árabes Unidos, e busca por outros fornecedores, vide China, Índia, Ucrânia, Rússia, Kuwait, Iraque, e Noruega (que surpreendendo todo o mundo, aumentou sua produção de petróleo em 5,7%, chegando a 1,97 milhão de barris por dia). Rotas terrestres estão sendo revisitadas, como as malhas ferroviárias do Conselho de Cooperação do Golfo que prevê 2.100km ligando os seis países do bloco até 2030. 

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Infográfico mapa da Arábia Saudita e o oleoduto Petroline – Fonte: Poder360/Agência Petrobras.

O conflito entre EUA x Irã x Israel reforça ainda mais os discursos ambientalistas sobre a transição energética e um futuro (esperançosamente próximo) menos dependente de petróleo e devastação de recursos naturais. A ONU, por meio da FAO (Agência de Alimentação e Agricultura) advertiu para perspectiva de piora na crise alimentar que assola o globo caso o fechamento se prolongue demais, em especial para a população de países emergentes e bastante dependentes do agronegócio.

Demandas e Backlash

O primeiro objetivo do Irã em dar continuidade ao conflito são as constantes ameaças de destruição que Israel vem declarando ao país e seus aliados, dado que as forças iranianas entraram em guerra com o princípio de retaliação aos ataques israelenses. Seguido a isso existe a polêmica questão do desenvolvimento nuclear iraniano, em que o Irã rebate as acusações dos Estados Unidos de que eles estariam produzindo armamentos nucleares de longo alcance. Ademais, os corpos diplomáticos das nações envolvidas não conseguem encontrar consenso no quesito do estreito: os EUA querem manter o status quo pré-guerra, ou seja, a passagem de embarcações sem pedágios ou gestão de nenhum país; já o Irã deseja assumir essa posição de dirigente do estreito com uma regulamentação jurídica para a governança, cobrança, manutenção da infraestrutura e tráfego seguro na hidrovia – como é no canal do Panamá e Suez, por exemplo. Todavia, os canais citados são obras artificiais construídas nos limites territoriais nacionais do Panamá e Egito e por isso a cobrança é juridicamente reconhecida e aceitável. A resposta iraniana para esse problema é que o país assinou o tratado da UNCLOS mas não o ratificou, portanto, as regras estabelecidas não são vinculantes em sua legislação; nesse sentido as taxas seriam válidas.

A pressão internacional segue firme para o cessar-fogo definitivo, tanto entre Irã, EUA e Israel, quanto pelo Líbano e outros países afetados pelo confronto. No entanto, Trump é um agente bastante intransigente e um catalisador para rodadas intermináveis de discussões sobre os acordos, apesar de seu discurso ser daquele que trará a paz para o mundo e “merecedor de um Nobel da Paz”. Nesse sentido, as controvérsias políticas e os fracassos militares em conjunto com o exército israelense se acumulam nas razões do porque os Estados Unidos não conseguem controlar a região nos mais diversos quesitos: histórico, militar, geográfico, político, ideológico, cultural, econômico, etc.

Todo esse cenário leva ao crescente backlash da política externa estadunidense na opinião pública de seus eleitores. Este termo significa uma reação adversa dos setores da sociedade à alguma decisão política ou jurídica, também pode ser entendido por efeito rebote. O americano médio se preocupa com a alta nos preços da gasolina, com o envio de seus jovens a uma guerra que eles não apoiam, com o desenvolvimento industrial e a melhoria na qualidade de vida no geral, todas propostas feitas em campanha por Trump para seu segundo mandato. Nesse sentido, a imprevisibilidade e improviso do presidente estadunidense vem gerando grande insatisfação interna e dificultando resoluções mais rápidas e eficientes para o conflito. Em meio a tudo isso, o país ainda tem que lidar com a criança mimada, seu protegido, sua pedra no sapato: Israel. Esse outro insiste em causar tumultos – lê-se mortes, destruição, fome, deslocamento forçado, extermínio – em nome de uma suposta ameaça existencial que o Irã, Líbano, Palestina e os agregados, Hezbollah e Hamas, exercem sobre o Estado de Israel. E então, o exército israelense continua com ataques indiscriminados, mesmo que contrariando “ordens” da Casa Branca.

Não que o Irã saia ileso, o tensionamento das relações diplomáticas entre o “Mundo Árabe” e Ocidente, também afeta a legitimidade iraniana no quadro político internacional, sobretudo no que se trata do controverso regime teocrático e apoio a grupos extremistas – o chamado “eixo de resistência” -, e afeta o relacionamento com países amigos, com seus vizinhos petroleiros. Esse poder que o país detém acaba por causar um desgaste regional e interno, levando a maiores reconfigurações políticas e de alianças, maior instabilidade juntamente com enfraquecimento econômico e militar. O mundo corre um sério risco de inflação e instrumentalização de conflitos, por exemplo, se mais agentes se utilizarem do ambiente de caos para gerar mais embates; uma tendência que já pode ser vista com o aumento geral no direcionamento do PIB em gastos bélicos. 

O tempo, afinal e como sempre, dirá as consequências reais da geopolítica atual de Ormuz. Resta-nos esperar um futuro menos violento e mais multilateral.

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Bandeiras do Irã e Estados Unidos e símbolo atômico – Fonte: Dado Ruvic/Reuters.

Quer entender mais sobre a história do Irã e qual o papel que esse país exerce na Comunidade Internacional? Leia o artigo “A Geopolítica do Irã: Paradoxo ou Encruzilhada?”.

Referências

https://super.abril.com.br/historia/estreito-de-ormuz-entenda-o-que-e-e-por-que-o-mundo-teme-seu-fechamento

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedz755qj05o

https://relacoesexteriores.com.br/o-estreito-de-ormuz-e-o-dilema-iraniano/

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/como-funciona-o-processo-de-abertura-do-estreito-de-ormuz-entenda

https://exame.com/mundo/como-o-ira-controla-o-estreito-de-ormuz

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8w5q5310o

https://www.fazcomex.com.br/comex/estreito-de-ormuz-entenda-o-que-e

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/guerra-dos-petroleiros-como-historia-se-repete-no-estreito-de-ormuz

https://cnnportugal.iol.pt/guerra/irao/quem-se-lembra-da-guerra-irao-iraque-sabe-como-a-historia-e-a-guerra-dos-petroleiros-se-repetem-no-estreito-de-ormuz/20260322/69c02c12d34edcee7c622957#goog_rewarded

https://www.dw.com/pt-br/como-o-ir%C3%A3-est%C3%A1-instalando-um-ped%C3%A1gio-em-ormuz/a-76739274

https://www.dw.com/pt-br/crise-em-ormuz-acelera-busca-por-outras-rotas-para-o-petr%C3%B3leo-no-golfo/a-76949161

https://veja.abril.com.br/mundo/fechamento-prolongado-do-estreito-de-ormuz-pode-gerar-crise-alimentar-global-diz-onu

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/2o-trimestre-tera-cenario-adverso-para-compra-de-fertilizantes

https://cbn.globo.com/mundo/noticia/2026/04/28/proposta-iraniana-para-acordo-com-eua-e-dividida-em-tres-fases-sendo-fim-da-guerra-a-primeira-diz-jornal.ghtml

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg4jdj3zjvo

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg5036wqd3o 
https://www.estadao.com.br/internacional/como-a-guerra-no-ira-vai-remodelar-o-oriente-medio/?srsltid=AfmBOoqgLXt45akmcFOKUudByWEFfogN7Z8WlaRInyIJTGnUA3_KjdLe

https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/ciro-dias-reis/economia/macroeconomia/fornecedor-confiavel-da-europa-noruega-faz-gestao-impecavel-do-petroleo

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  • foto A Geopolítica do Estreito de Ormuz

    Aluna de graduação em Relações Internacionais no Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, e Membro Sênior do Núcleo de Comunicação do Laboratório de Análise Internacional Bertha Lutz em (2026/2025).

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Aluna de graduação em Relações Internacionais no Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, e Membro Sênior do Núcleo de Comunicação do Laboratório de Análise Internacional Bertha Lutz em (2026/2025).